domingo, 16 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Consumismo
1. (UFG) Leia a tira a seguir.

QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p. 372; 411. [Adaptado]
A tira, sobretudo a fala de Mafalda, questiona o apelo ao consumo. Na perspectiva dos estudos geográficos, a generalização do consumo visa
a) à ampliação da cidadania, por garantir mais espaços públicos do que privados nas cidades.
b) à disseminação do sistema de crédito e da propaganda, por ampliar o acesso a bens e produtos.
c) à distribuição de renda, por promover a equidade social nos países subdesenvolvidos.
d) ao aumento da produção e dos níveis de consumo nos países desenvolvidos.
e) à redução das diferenças entre cidadãos e consumidores, por equiparar o acesso ao consumo aos valores democráticos.
2. (CNDL) Observe as fotografias a seguir. Elas retratam ícones femininos de épocas diferentes.Que diferenças podem ser observadas nos padrões de beleza das diversas épocas?

Resposta: Em cada época a cultura determina os padrões de beleza e dos comportamentos das pessoas. As fotos das modelos e atrizes, ao longo das décadas demonstram as diferenças nos hábitos alimentares, nos dias de hoje, provocando excessivos cuidados com a saúde.
3. (CNDL) “O comércio cultural não pode ser apenas o resultado de cálculos para obter vantagens comparativas que predominam, seguindo um frio racionalismo econômico. Produtos e serviços culturais não podem ser tratados unicamente como mercadorias”. Explique essa afirmação.
Resposta: O grande perigo do comércio cultural, tratado apenas como mercadoria, está na lógica do livre comércio, da oferta e da procura e do lucro. A produção cultura é, antes de tudo, manifestação de um povo, das características de um país.
4. (CNDL) O artigo 1 da Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural estabece - "A diversidade cultural, patrimônio comum da humanidade" - resguarda à humanidade o direito à diversidade cultural.” Com a globalização mundial, as diversidades regionais dos países estão preservadas? Argumente.
Resposta pessoal. Geralmente, uma declaração universal torna-se um referencial a ser atingido e muitas vezes é difícil atingi-lo, pois se refere a diversas realidades. Alguns alguns aspectos são respeitados na realidade brasileira, outras não.
5. (CNDL) A socióloga Valquíria Padilha afirma que "o shopping center cria um novo tipo de sociabilidade, mas uma sociabilidade destrutiva. Tanto para o ambiente, quanto para o cidadão. É uma manifestação de uma sociedade doente, cuja cura só se dá sob uma transformação radical". Discuta, essa afirmação e registre as suas conclusões.
Resposta: A socióloga apresenta o shopping center como o templo da sociedade de consumo, sociedade essa que cria uma sociabilidade destrutiva, pois as pessoas passam a se preocupar, não mais com o signo que as coisas passam a ter através do marketing.
6. (CNDL) A sociedade-cultura de consumo pós-moderna está associada à complexidade humana, ou seja, envolve seus valores, desejos, hábitos, gostos e necessidades numa escala extremamente intensificada. No contexto pós-moderno, a estetização da vida cotidiana e o triunfo do signo retratam a subordinação da produção ao consumo sob a forma de marketing, com uma ascensão cada vez maior do conceito de produto, do design e da publicidade.
a) Utilizando-se de suas ideias, argumente sobre a sociedade-cultura de consumo.
Resposta: Sociedade-cultura de consumo: reduz o indivíduo à condição de consumidor como consequência da automatização do sistema de produção.
b) Explique o slogan: “já não consumimos coisas, mas somente signos”.
Resposta: Na sociedade pós-moderna, o objeto de desejo, necessariamente, não são as coisas palpáveis, mas, mais do que as coisas, o que elas representam. O significado que elas têm, o status que elas proporcionam.
7. (UFRJ) A rede McDonald s foi fundada na década de 1940 por Dick e Maurice McDonald, mas comprada e vastamente expandida por Ray Kroc a partir dos anos 1950. Kroc, um imigrante tcheco, foi aparentemente o primeiro empresário que aplicou os princípios da produção em massa a um setor de serviços. Em conseqüência de suas inovações, hoje cerca de 50 milhões de pessoas por dia comem em um McDonald s em mais de 120 países.
Adaptado de BURKE, Peter. "Folha de São Paulo", 15/04/2007.
A rede McDonald s tornou-se um dos símbolos de algumas das principais mudanças, ocorridas em diversos países, nos últimos cinqüenta anos. Sua história se confunde com a das relações econômicas internacionais. Uma mudança que pode ser representada pela expansão dessa rede e sua respectiva causa histórica são:
a) mundialização da cultura - extinção da dualidade local/global
b) padronização do consumo - expansão de empresas transnacionais
c) americanização dos costumes - internacionalização tecnológica do setor industrial
d) uniformização dos hábitos alimentares - integração mundial dos mercados nacionais
8. (PUC) Leia o poema seguir:
Eu etiqueta
Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu nome de batismo ou de cartório,
Um nome ... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nesta vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei
Minhas meias falam de produto
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés. (...)
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova de dente e pente (...)
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidência,
Costume, hábitos, premência,
Indispensabilidade, e fazem de mim homem-anúncio itinerante (...).
(Carlos Drummond de Andrade)

a) Ao consumismo, entendido como um fator importante para o desenvolvimento da sociedade capitalista.
b) À moda jovem, da sociedade globalizada e das comunicações em rede em escala planetária.
c) À vida nas metrópoles e nas cidades globais cujos habitantes usam um vocabulário estrangeiro para expressar o processo de globalização.
d) Às relações comerciais desiguais em escala planetária, em que os países pobres consomem produtos fabricados em diferentes lugares do globo.
e) Aos produtos expostos nas vitrines dos shopping centers das cidades brasileiras.
9. (UEL) “Tudo indica que o termo ‘indústria cultural’ foi empregado pela primeira vez no livro Dialética do esclarecimento, que Horkheimer [1895-1973] e eu [Adorno, 1903-1969] publicamos em 1947, em Amsterdã. (...) Em todos os seus ramos fazem se, mais ou menos segundo um plano, produtos adaptados ao consumo das massas e que em grande medida determinam esse consumo”. (ADORNO, Theodor W. A indústria cultural. In: COHN, Gabriel (Org.). Theodor W. Adorno. São Paulo: Ática, 1986. p. 92.)
Com base no texto acima e na concepção de indústria cultural expressa por Adorno e Horkheimer, é correto afirmar:
a) Os produtos da indústria cultural caracterizam-se por ser a expressão espontânea das massas. b) Os produtos da indústria cultural afastam o indivíduo da rotina do trabalho alienante realizado em seu cotidiano.
c) A quantidade, a diversidade e a facilidade de acesso aos produtos da indústria cultural contribuem para a formação de indivíduos críticos, capazes de julgar com autonomia.
d) A indústria cultural visa à promoção das mais diferentes manifestações culturais, preservando as características originais de cada uma delas.
e) A indústria cultural banaliza a arte ao transformar as obras artísticas em produtos voltados para o consumo das massas.
10. (UFG)
Quando nascemos fomos programados
A receber o que vocês nos empurraram
Com os enlatados dos USA, de 9 às 6.
Desde pequenos nós comemos lixo
Comercial e industrial
Mas agora chegou nossa vez
Vamos cuspir o lixo em cima de vocês.
Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Nós somos o futuro da nação Geração Coca-Cola. (...)
Renato Russo
O trecho acima, da música "Geração Coca-Cola", evoca uma das principais características do mundo moderno: o consumismo. Com base nos conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa INCORRETA.
a) O consumismo se caracteriza como um comportamento social em que o consumo deixa de ser meio e adquire status de finalidade.
b) A globalização da economia fez surgir uma nova geografia do consumo: países e regiões com níveis de desenvolvimento econômico distintos consomem produtos e serviços semelhantes.
c) O modelo de consumo "mundializado" deixa marcas evidentes no espaço das metrópoles, onde proliferam estabelecimentos comerciais de grande porte, como shopping centers, hipermercados, etc.
d) A presença, num mesmo espaço geográfico regional, do consumidor e do produtor do bem de consumo é necessária, porque os circuitos espaciais de produção são demarcados pelas fronteiras regionais.
Referências:
Coleção Tempo de Aprender, Educação de Jovens e Adultos, Volume 02 contextoshistoricos.blogspot.com.br
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Segue algumas questões para os sextos anos do São Bartolomeu
QUESTÃO 01
Leia
o texto abaixo.
|
Do ponto de vista político e histórico, o fim do pacto colonial no Brasil contribuiu para:
A) agroexportação.
B) independência.
C) industrialização.
C) industrialização.
D)
recolonização.
QUESTÃO 02
|
Após a
independência, um país americano que adotou a monarquia foi:
A) Brasil.
B) Canadá.
C) Chile.
D) Panamá.
QUESTÃO
03
Leia
o texto abaixo.
|
Este período ficou conhecido como:
A) República Velha.
B) Política do Pão e Circo.
C) República Nova.
D) República Populista.
QUESTÃO
04
Marque a alternativa correta
em relação ao processo eleitoral durante a república Velha:
A-) Apenas
os alfabetizados poderiam vota
B-) O voto era aberto
C-) O voto era apenas para os ricos
D-) O voto era obrigatório
E-) O voto era completamente
proibido
QUESTÃO
05
A Consolidação das Leis Trabalhistas
ocorreu em qual período da História brasileira?
A) Na República Velha.
B) Era Vargas.
C) Na Ditadura Militar.
D) No Governo JK.
QUESTÃO 06
O Estado
Novo (1937-1945) foi um período em que o Brasil foi governado de forma:
A)
democrática.
B)
ditatorial.
C)
liberal.
D)
socialista.
domingo, 9 de junho de 2013
O programa “Mais Cultura nas Escolas” é
o resultado da parceria MinC e MEC para promover o encontro de iniciativas
culturais e escolas públicas de todo o Brasil, democratizar o acesso à cultura
e ampliar o repertório cultural de estudantes, professores e comunidades
escolares do ensino básico. Artistas, mestres das culturas populares, cinemas,
pontos de cultura, museus, bibliotecas, arte educadores e outras iniciativas
culturais agora podem elaborar Planos de Atividade Cultural em diálogo com
projetos pedagógicos e com os eixos temáticos do Mais Cultura nas Escolas.
As atividades serão desenvolvidas
dentro ou fora da escola por no mínimo 6 (seis) meses, valendo-se das mais
diversas linguagens artísticas (música, teatro, audiovisual, literatura, circo,
dança, contação de histórias, artes visuais, etc.) e manifestações da cultura
(rádio, internet, jornal, culinária, mitologia, vestuário, mestre e saberes
populares, etc.).
Eixos Temáticos - Os eixos temáticos do
Mais Cultura nas Escolas foram criados considerando a diversidade da cultura
brasileira e das manifestações artísticas atuais. São 9 (nove) eixos para
incentivar projetos voltados, entre outros temas, a atividades em museus,
pontos de cultura, cinemas e outros espaços culturais; à criação, circulação e
difusão artística; à cultura digital e comunicação; ao patrimônio material e
imaterial; às tradições orais; às culturas indígenas e à cultura
afrobrasileira.
Recursos - Em 2013 serão investidos R$
100 milhões para financiar 5 (cinco) mil projetos. Cada um dos contemplados vai
dispor de valores entre R$ 20 e R$ 22 mil reais. Os recursos financiam, entre
outros itens, a contratação de serviços culturais necessários às atividades
artísticas e pedagógicas. Os valores serão repassados diretamente às escolas
via PDDE/ FNDE (Programa Dinheiro Direto na Escolas/ Fundo Nacional do
Desenvolvimento da Educação).
Atores/ Participantes - Iniciativas
culturais - Pessoas física ou jurídica, indivíduos ou grupos que desenvolvem
práticas e pesquisas em artes, patrimônio, cultura popular, etc. Entidades como
bibliotecas, pontos de cultura, museus, cinemas e outros espaços. O melhor meio
de encontrá-las é explorar territórios educativos potenciais em torno da
escola, atentando aos espaços e atores da cultura.
Escolas - Poderão inscrever projetos
cerca de 34 mil escolas da rede pública, espalhadas por todo o Brasil, ativas
nos Programas "Mais Educação" e "Ensino Médio Inovador"
(MEC) até 2012. Mais informações sobre as escolas participantes nos links e
documentos relacionados, ao lado, aqui nessa página digital.
Como participar? - Escolas e
iniciativas culturais vão criar juntas um Plano de Atividade Cultural, em
diálogo com um ou mais eixos temáticos propostos pelo programa. Os projetos
serão cadastrados e enviados, pelos responsáveis das escolas, via SIMEC
(Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da
Educação) até o dia 30 de junho de 2013. O processo de avaliação será conduzido
pelos dois Ministérios, MinC e MEC.
Para visualizar as listas com nomes,
endereços, telefones e outras informações das escolas participantes do Mais
Cultura nas Escolas, clique em "Escolas Participantes - Mais Educação
(MEC)" e "Escolas Participantes - Ensino Médio Inovador (MEC)"
disponíveis no link http://www.cultura.gov.br/documentos.
Fontes: Ministério da cultura
sexta-feira, 10 de maio de 2013
período colonial brasileiro
Colônia
O Brasil Colônia compreende o período entre a chegada dos portugueses, em 1500, e a independência do país, em 1822. De 1500 a 1530, a exploração do território, então chamado Terra de Santa Cruz, era limitada a expedições para coleta e transporte de pau-brasil, madeira nobre muito apreciada no continente europeu.
Nesse período a costa foi também explorada por holandeses, ingleses e, principalmente, franceses. Apesar de não serem signatários do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu em 1494 as terras recém-descobertas), essas nações enviavam ao Brasil missões para extrair madeira.
Com o objetivo de garantir o controle do território, em 1534, o rei de Portugal, D. João III, decidiu repartir o Brasil em 15 lotes, ou capitanias hereditárias. As áreas eram doadas em caráter vitalício e hereditário aos cidadãos da pequena nobreza portuguesa, os donatários. Entre os deveres dos detentores das terras estavam governar, colonizar, resguardar e desenvolver a região com recursos próprios.
Mapoteca do Itamaraty
Ampliar
- O período colonial vai de 1500, com a chegada dos portugueses, até 1822, com a independência do país
Apesar das regras de funcionamento, o sistema de capitanias hereditárias não prosperou. Entre os motivos estavam a falta de experiência de donatários na administração dos territórios, as dificuldades de comunicação e locomoção. Muitos decidiram abrir mão dos lotes a que tinham direito e regressaram à terra natal. As exceções foram as capitanias de São Vicente e Pernambuco, que prosperaram por causa dos lucros com a cana-de-açúcar.
Em razão desse fracasso, a Coroa Portuguesa estabeleceu em 1549 no Brasil um Governo-Geral, para centralizar a administração e reforçar o controle da colônia, mas as capitanias hereditárias continuaram a existir como unidades administrativas.
Em 1759, foram finalmente extintas e deram lugar às capitanias gerais. Nesse período também foram instaladas as primeiras câmaras municipais, comandadas por ricos proprietários, que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. A capital do Brasil nesse período era Salvador, já que a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do país.
A base da economia colonial era o engenho de açúcar, que utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu, além da produção de tabaco e algodão.
O Brasil se tornou o maior produtor de açúcar nos séculos XVI e XVII. As principais regiões açucareiras eram a Bahia, Pernambuco, parte do Rio de Janeiro e São Vicente (São Paulo). O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia o monopólio comercial da colônia com a Metrópole. O Brasil vendia metais, produtos tropicais e subtropicais a preços baixos, estabelecidos pela metrópole, e comprava dela manufaturas e escravos por valores mais altos, garantindo assim o lucro de Portugal.
Neste período, a sociedade colonial já tinha características bem estabelecidas, com senhores de engenho no topo da pirâmide social, seguidos por uma classe média formada por funcionários públicos, feitores, militares, comerciantes e artesãos. Na base da sociedade estavam os escravos, de origem africana, considerados simples mercadorias.
No final do século XVII, as exportações de açúcar brasileiro começaram a declinar, como conseqüência da produção nas ilhas da América Central. Portugal passou então a buscar novas fontes de renda e teve início o ciclo do ouro no Brasil. Expedições de bandeirantes, no final do século XVII, descobriram minas de ouro nas regiões onde hoje estão os Estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Com a nova atividade, a capital da colônia foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
A fiscalização intensa da Coroa Portuguesa e as cobranças excessivas de imposto mobilizaram a população. Liderada por Tiradentes, a Inconfidência Mineira virou símbolo da resistência da colônia contra a exploração da Metrópole. As revoltas reuniam representantes de classes sociais diferentes, que tinham interesses em comum. Setores da sociedade estavam descontentes, o monopólio comercial já não era aceito nem pela classe dominante colonial nem pelo capitalismo internacional em expansão. As colônias inglesas da América do Norte fizeram sua independência e a idéia de emancipação política começou a influenciar a elite.
A transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), como consequência da invasão das tropas de Napoleão Bonaparte ao território português, marcou o início do processo que culminou com a proclamação da independência. Com presença da família real portuguesa, o Brasil começou a deixar as funções de colônia para assumir as de metrópole.
Em 9 de dezembro de 1821, chegaram ao Rio de Janeiro decretos que determinavam a abolição da Regência e o imediato retorno de D. Pedro de Alcântara a Portugal, a obediência das províncias a Lisboa (e não mais ao Rio de Janeiro) e a extinção dos tribunais no Rio de Janeiro.
Alarmada com a possibilidade da recolonização, a elite brasileira favorável à emancipação do país deu apoio ao Príncipe Regente para que permanecesse no Brasil. Em 7 de Setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", extinguindo os laços de união política com Portugal. Em 12 de outubro de 1822, o Príncipe se tornou Imperador e recebeu o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1º de dezembro na capital.
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