quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Feliz dia dos professores


No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Professor, data em que se homenageia os responsáveis pelo desenvolvimento da educação e do conhecimento no país, abrangendo um escopo de profissionais que trabalham desde a educação infantil até o ensino superior universitário. Como todos sabemos, trata-se de uma das mais importantes profissões praticadas no mundo, afinal, sem ela, a transmissão de conhecimentos e a correta apreensão destes pelas pessoas seriam praticamente impossíveis.
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A origem do dia do professor se deve ao fato de, em uma data de 15 de outubro, o Imperador D. Pedro I ter instituído um decreto que criou o Ensino Elementar no Brasil, em 1827, com a criação das escolas de primeiras letras em todos os vilarejos e cidades do país. Além disso, o decreto estabeleceu a regulamentação dos conteúdos a serem ministrados e as condições trabalhistas dos professores.
Tempos depois, mais precisamente no ano de 1947, o professor paulista Salomão Becker, em conjunto com três outros profissionais da área, teve a ideia de criar nessa data um dia de confraternização em homenagem aos professores e também em razão da necessidade de uma pausa no segundo semestre, até então muito sobrecarregado de aulas. Mais tarde, em 1963, a data foi oficializada pela lei Decreto Federal 52.682, que, em seu Art. 3º, diz que “para comemorar condignamente o dia do professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo delas participar os alunos e as famílias”.
No Brasil, para se tornar professor, é preciso ter um curso superior em uma área relacionada com o ensino, seja a Pedagogia, seja um curso na modalidade delicenciatura, onde se apreende os principais conceitos didáticos pedagógicos, além de se angariar as primeiras experiências em sala de aula.
Além disso, qualquer outro cidadão que tenha concluído o ensino superior com uma formação complementar posterior (pós-graduação lato sensu ou stricto senso) também pode ministrar aulas na universidade, com a recomendação de que o profissional faça uma especialização de docência em nível superior ou algum outro curso correspondente.
O grande problema com relação ao exercício do professorado é a desvalorização de sua profissão. Embora seja uma das competências mais admiradas pela sociedade, os profissionais da área sofrem com os baixos salários, as precárias condições de trabalho em alguns casos ou o trabalho excessivo em outros, além de outros fatores, como a indisciplina dos alunos e a superlotação das salas. Essa realidade reflete-se no baixo interesse dos estudantes em se tornarem professores, pois a minoria dos que prestam vestibular e Enem deseja ingressar em carreiras relacionadas com a licenciatura ou pedagogia.
Soma-se a esses fatores o peso que, muitas vezes, o professor carrega em educar os estudantes, haja vista que, não raro, as famílias transferem essa responsabilidade para a escola. Segundo o professor e filósofo Mario Sérgio Cortella, há uma diferença nem sempre muito nítida entre “educar” e “escolarizar”, sendo a primeira uma responsabilidade dos pais e da família e a segunda a função do professor e da escola.
Apesar de todas as dificuldades e percalços, a carreira de professor é bastante importante e oferece uma grande oportunidade para que as pessoas não só acumulem saberes, mas que também oportunizem a outras pessoas o desenvolvimento das diferentes formas de conhecimento. Vale lembrar que a função do professor não é a de transmitir informações, mas fazer com que o aluno consiga assimilar melhor as características e processos inerentes ao mundo em que vive.


fonte: brasilescola.com/

domingo, 23 de agosto de 2015

Cultura afro-brasileira

Cultura afro-brasileira se manifesta na música, religião e culinária

Somente a partir do século XX, manifestações, rituais e costumes africanos começaram a ser aceitos e celebrados como expressões artísticas genuinamente nacionais
O Brasil tem a maior população de origem africana fora da África e, por isso, a cultura desse continente exerce grande influência, principalmente, na região Nordeste do Brasil.
Hoje, a cultura afro-brasileira é resultado também das influências dos portugueses e indígenas, que se manifestam na música, religião e culinária.
Devido à quantidade de escravos recebidos e também pela migração interna destes, os estados de Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados.
No início do século XIX, as manifestações, rituais e costumes africanos eram proibidos, pois não faziam parte do universo cultural europeu e não representavam sua prosperidade. Eram vistas como retrato de uma cultura atrasada.
Mas, a partir do século XX, começaram a ser aceitos e celebrados como expressões artísticas genuinamente nacionais e hoje fazem parte do calendário nacional com muitas influências no dia a dia de todos os brasileiros.
Em 2003, a lei nº 10.639 passou a exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluíssem no currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira.
Música
A principal influência da música africana no Brasil é, sem dúvidas, o samba. O estilo hoje é o cartão-postal musical do País e está envolvido na maioria das ações culturais da atualidade. Gerou também diversos sub-gêneros e dita o ritmo da maior festa popular brasileira, o Carnaval.
Mas os tambores de África trouxeram também outros cantos e danças. Além do samba, a influência negra na cultura musical brasileira vai do Maracatu à Congada, Cavalhada e Moçambique. Sons e ritmos que percorrem e conquistam o Brasil de ponta a ponta.
Capoeira
Inicialmente desenvolvida para ser uma defesa, a capoeira era ensinada aos negros cativos por escravos que eram capturados e voltavam aos engenhos.
Os movimentos de luta foram adaptados às cantorias africanas e ficaram mais parecidos com uma dança, permitindo assim que treinassem nos engenhos sem levantar suspeitas dos capatazes.
Durante décadas, a capoeira foi proibida no Brasil. A liberação da prática aconteceu apenas na década de 1930, quando uma variação (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi apresentada ao então presidente Getúlio Vargas, em 1953, pelo Mestre Bimba. O presidente adorou e a chamou de “único esporte verdadeiramente nacional”.
A Capoeira é hoje Patrimônio Cultural Brasileiro e recebeu, em novembro de 2014, o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Religião
A África é o continente com mais religiões diferentes de todo o mundo. Ainda hoje são descobertos novos cultos e rituais sendo praticados pelas tribos mais afastadas.
Na época da escravidão, os negros trazidos da África eram batizados e obrigados a seguir o Catolicismo. Porém, a conversão não tinha efeito prático e as religiões de origem africana continuaram a ser praticadas secretamente em espaços afastados nas florestas e quilombos.
Na África, o culto tinha um caráter familiar e era exclusivo de uma linhagem, clã ou grupo de sacerdotes. Com a vinda ao Brasil e a separação das famílias, nações e etnias, essa estrutura se fragmentou. Mas os negros criaram uma unidade e partilharam cultos e conhecimentos diferentes em relação aos segredos rituais de sua religião e cultura.
As religiões afro-brasileiras constituem um fenômeno relativamente recente na história religiosa do Brasil. O Candomblé, a mais tradicional e africana dessas religiões, se originou no Nordeste. Nasceu na Bahia e tem sido sinônimo de tradições religiosas afro-brasileiras em geral. Com raízes africanas, a Umbanda também se popularizou entre os brasileiros. Agrupando práticas de vários credos, entre eles o catolicismo, a Umbanda originou-se no Rio de Janeiro, no início do século 20.
Culinária
Outra grande contribuição da cultura africana se mostra à mesa. Pratos como o vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, sarapatel, baba de moça, cocada, bala de coco e muitos outros exemplos são iguarias da cozinha brasileira e admirados em todo o mundo.
Mas nenhuma receita se iguala em popularidade à feijoada. Originada das senzalas, era feita das sobras de carnes que os senhores de engenhos não comiam. Enquanto as partes mais nobres iam para a mesa dos seus donos, aos escravos restavam as orelhas, pés e outras partes dos porcos, que misturadas com feijão preto e cozidas em um grande caldeirão, deram origem a um dos pratos mais saborosos e degustados da culinária nacional. 
Fonte:
Portal Brasil

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Questões de história do Processo Seletivo Ensino Técnico - 1º semestre 2015 (CEFET-MG)


QUESTÃO 01 (CEFET-MG 2015)
“Avisa-se a qualquer pai de família, que precise de ama-de-leite para criar algum de seus filhos, especule bem, que não seja a crioula Maria Theodora, filha da criada Anastácia, (...) pois a dita ama costuma tomar pagamento adiantado, e depois mostra-se enfadada, levanta-se com seus amos e, quando os apanha descuidados, foge pela porta fora, deixando a criança sem leite, assim como fez pelas 11 horas da noite do dia 12 do corrente, em uma casa aonde estava criando: consta não parar em parte alguma”.
(Diário de Pernambuco, 14 de março de 1846).

Sobre o aviso publicado no Diário de Pernambuco, é incorreto concluir que:

a) o jornal era utilizado de forma igualitária pela sociedade como  veículo de debate.
b)  o espaço doméstico era marcado pelos conflitos decorrentes das  relações escravistas.
c)  o periódico funcionava como ferramenta pelos senhores para  denúncia de criadas insubmissas.
d) as exigências feitas pelos patrões para a ama de leite eram motivadas por suas desconfianças.

 QUESTÃO 02 (CEFET-MG 2015)
 “Ontem estive no East-End (bairro operário de Londres) e assisti a uma assembleia de desempregados. Ao ouvir ali discursos exaltados, cuja nota dominante era: pão! pão!, e ao refletir, de regresso a casa, sobre o que tinha ouvido, convenci-me, mais do que nunca, da importância do imperialismo... A ideia que acalento representa a solução do problema social: para salvar os 40 milhões de habitantes do Reino Unido de uma mortífera guerra civil, nós, os políticos coloniais, devemos apoderar-nos de novos territórios; para eles enviaremos o excedente de população e neles encontraremos novos mercados para os produtos das nossas fábricas e das nossas minas. O império, sempre o tenho dito, é uma questão de estômago. Se quereis evitar a guerra civil, deveis tornar-vos imperialistas.”
Cecil Rhodes apud CATANI, Afrânio Mendes. O que é Imperialismo. São Paulo: Brasiliense, 1982, p. 36
Cecil Rhodes foi um personagem influente para a consolidação  do projeto imperialista britânico. Com base nesse texto, é correto  afirmar que:

a) a pressão exercida pelos sindicatos ingleses garantiu direitos aos  trabalhadores africanos.
b) a redução das fontes de matérias primas estagnou o processo de  industrialização britânico.
c) a expansão das grandes empresas em regiões africanas contou  com o apoio militar estatal.
d) a ampliação dos mercados consumidores conduziu a uma crise  industrial frente ao aumento da demanda.

QUESTÃO 03 (CEFET-MG 2015)
Entre 1920 e 1933, a produção, transporte e venda de bebidas  alcoólicas nos Estados Unidos foi proibida. Sobre a Lei Seca, não é correto afirmar que:

a) desestabilizou o mercado consolidado de jogos de azar.
b) resultou do caráter moralizante do  american way of life.
c) estimulou a formação de máfias especializadas no contrabando.
d) fomentou a criação de mecanismos estatais de controle da  criminalidade.

 QUESTÃO 04  (CEFET-MG 2015)
Em nenhum momento os protagonistas se enfrentaram diretamente, mas buscaram ampliar suas influências e conquistar  vantagem territorial em partes adjacentes do mundo, principalmente no Oriente Médio e África. A principal expressão externa da Guerra Fria não foram avanços e recuos, mas sim a acumulação e o refinamento dos meios pelos quais os dois lados tentavam intimidar-se mutuamente.
Fonte: CALVOCORESSI, Peter. A política mundial a partir de 1945 Porto Alegre: Penso, 2011. p. 20.
O período conhecido como Guerra Fria não foi caracterizado pela

a)corrida armamentista nas superpotências.
b)conflitos bélicos nos países desenvolvidos.
c)estratégias de influência nos países pobres.
d)disputa ideológica acirrada nos blocos rivais 

1-A                      2-C            3-A                4-B

quarta-feira, 22 de julho de 2015

EGITO ANTIGO: PROCESSO DE MUMIFICAÇÃO DE PESSOAS E ANIMAIS


Quando decidi visitar o Egito veio em mente uma série de indagações: cultura, religião, economia, arquitetura e etc... isso em diferentes épocas, mas quando o assunto é antigo Egito fico fascinado com o processo de mumificação  e a preocupação das pessoas com a vida após a morte.

                                               pirâmide de Quéops foto tirada em 2015 


ANIMAIS MUMIFICADOS


Segundo a egiptóloga Salima Ikram, professora da Universidade Americana do Cairo, existem basicamente três razões pelas quais os egípcios mumificavam os animais. Alguns eram animais de estimação e acompanhavam o dono durante a eternidade; existem casos de reis enterrados com leões, macacos e cães a seu lado. Outros animais (ou pelo menos parte deles) eram conservados como alimento. As melhores costeletas, bifes do lombo e pombos eram salgados, secados e enrolados em linho como merendas gourmet para o caminho do além.





O caso mais interessante é, no entanto, o daqueles que eram mumificados por serem considerados representações vivas de um deus. O touro Ápis era adorado por simbolizar virilidade e força. Durante a sua vida, foi guardado num santuário especial, assistido por padres, ornamentado com jóias e ouro, e adorado por multidões. Quando morreu, acreditou-se que a sua essência tinha sido transferida para outro touro e assim começou a busca por um novo animal de adoração. Entretanto, o corpo de Ápis foi transportado para o templo e a sua mumificação durou cerca de 70 dias...




 

Para as múmias mais conhecidas havia festivais anuais nos seus templos, que se tornavam em autênticas feiras com música e dança. Centenas de milhares de crentes vinham de terras remotas e acampavam perto dos templos para cultos que duravam dias e incluíam a venda de pequenas múmias como amuletos pelos sacerdotes.

As múmias eram um verdadeiro negócio que empregava um grande número de trabalhadores especializados, mas muitas vezes era “vendido gato por lebre”. Quem comprasse um animal mumificado para ter em casa e abençoar o lar, podia encontrar um animal mais barato dentro das tiras de linho, ou simples blocos de barro: não que o comprador chegasse a saber, pois as múmias eram vendidas para adoração e nunca eram desenroladas...

MUMIFICAÇÃO DE PESSOAS 

Os egípcios acreditavam muito na vida após a morte e eles também acreditavam que a alma da pessoa ia a tribunal do deus Osíris para ser julgada. Em caso de absolvição, a alma podia reocupar o corpo ao qual pertencia, mas para isso ela deveria estar bem conservada, e por isso eles mumificavam os mortos. 

A mumificação é um processo por meio do qual se evitava a decomposição do cadáver transformando-o em múmia que era colocado num sarcófago e conduzido ao túmulo. Junto dos sarcófagos costumava-se deixar jóias, armas e alimentos e animais também mumificados que posteriormente, segundo se acreditava, que teria grande utilidade ao morto.

O deus Anúbis era uma forma de antropozoomorfísmo, isto é, ele tinha sua cabeça de um chacal e um corpo de humano. As múmias mais antigas datam do Período Pré-Dinastico, anterior a 3000 a.C. A partir daí as técnicas se tornaram cada vez mais obsoletas, e no século II d.C. – já no período romano – a mumificação, embora ainda praticada, estava longe de apresentar os resultados de outrora. 

Nessa época o costume já estava sendo abandonado dando ao alastramento do Cristianismo – religião com propostas totalmente diferentes em relação à vida após a morte. Inicialmente a preservação era realizada apenas nos corpos de membros da realeza e classes mais elevadas, mas com o transcorrer da história egípcia a prática tornou muito mais popularizada. 

De qualquer forma o processo, exigia certos recursos que o limitavam aos mais abastados. A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os orgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, há exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.

Fontes:
 National geographic
Antigomundo.blogspot.com

sábado, 30 de maio de 2015

Pobreza entre negros cai 86% em uma década




Entre 2002 e 2013, extrema pobreza foi reduzida de 12,6% para 1,7%; População negra se destaca em programas inclusivos como Pronatec e MEI
Nos últimos 11 anos, o percentual da população negra de baixa renda caiu 86%, levando-se em conta critérios como baixa escolaridade e acesso restrito a serviços e bens. Os dados constam de uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), feita com base em uma metodologia adotada pelo Banco Mundial. O resultado foi apresentado pela ministra Tereza Campello na terça-feira (26), durante reunião do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
“Ainda há muito trabalho pela frente, mas já temos um País menos desigual”, observou Tereza Campello. O levantamento considera várias dimensões da pobreza além da renda e mostra que, no período em que a população negra cresceu no País, a queda da pobreza crônica foi mais acentuada entre negros do que entre brancos.
Entre 2002 e 2013, a pobreza crônica entre negros diminuiu de 12,6% para 1,7% da população. O número representa 1,8 milhão de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, divulgada no ano passado. Entre a população negra rural, a queda também foi expressiva: de 28,6% para 4,9%.


Segundo o MDS, 75% dos beneficiários do Bolsa Família, cerca de 10,3 milhões, são negros. Nos últimos quatro anos, 4,3 milhões de famílias chefiadas por negros acessaram programas inclusão produtiva do Brasil Sem Miséria, tanto em áreas urbanas como rurais.
O aumento da formalização é outro resultado detectado pela pesquisa do ministério. Dos 525 mil microempreendedores individuais no Brasil (MEI) que são cadastrados pelo Bolsa Família, 63%, ou 332 mil, são negros. Também chama a atenção o número de famílias de negros que recebem assistência técnica pelo Programa de Fomento às Atividades produtivas Rurais: 45%, cerca 166,3 mil famílias.
Por fim, o maior acesso dos negros a políticas públicas do governo federal também se reflete no setor de habitação. De acordo com o levantamento do ministério, 68% das unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida, cerca de 497,3 mil, foram entregues a famílias chefiadas por negros, entre 2011 e 2014. Do mesmo modo, 64% das crianças beneficiárias do Bolsa Família e que frequentam creches são de famílias de negros.

Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério do Desenvolvimento Social

segunda-feira, 9 de março de 2015

Relações Étnico-Raciais

Lei 11645 de 2008 “estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

As relações étnico-raciais são uma questão importante a serem trabalhadas em sala de aula e exigidas no Enem. É a partir disso que refletimos sobre ações afirmativas como cotas raciais, representação identitária, convivência e respeito às diferenças culturas, crenças, cultos e tradições.

  • No Portal Namu, a psicóloga Vanessa Andrade comenta sobre o projeto Afrobetizar que tem como objetivo a valorização da cultura africana. Confira aqui.

  • secretaria de educação da Bahia traz em sua página explicações, programas, exemplos de ações e materiais de aula sobre o tema.

  • Este link da UNESCO trata sobre a discriminação racial no Brasil e contém as principais ações em prol das relações étnico-raciais.

  • Revista Fórum traz nesta matéria um estudo sobre os resultados do sistema de cotas após 10 anos de implementação.

  • Pragmatismo Político traz a opinião de um juiz federal sobre as cotas raciais. Leitura interessantíssima.

  • E, por último, trazemos aqui as diretrizes curriculares para a educação das relações étnico-raciais elaboradas pelo próprioMinistério da Educação.